segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Homem de Ferro: Demônio na Garrafa



     Homem de Ferro: Demônio na Garrafa





Bom galera trago este post por ter relido recentemente a revista demônio na garrafa do homem de ferro e apesar de não ter sido um assíduo leitor do Homem de ferro, em minhas peregrinações pelas Sebos da vida encontrei a revista em questão e achei por demais interessante.
É complicado sentir pena de uma personagem como Tony Stark. Geralmente ele está muito rico (já tivemos sagas em que ele faliu), rodeado de mulheres bonitas e ainda tem uma armadura que o torna em um dos grandes heróis da Marvel. Nem sempre ele foi tão popular, mas a Marvel soube usar seus filmes para colocá-lo no primeiro escalão.
O leitor comum irá se identificar com personagens como Peter Parker, cheio de problemas financeiros e pessoais, mas sempre lutando para contornar tudo isso. A maioria das pessoas ainda acha que sem a armadura, Tony Stark é apenas um playboy metido a inteligente.
No encadernado lançado pela Salvat, teremos 9 números do Homem de Ferro, que foram lançados em 1978, sei que é bem antigo, mas essa série deu ao Homem de Ferro uma injeção de realidade, a Marvel se arriscou bastante em uma época totalmente diferente dos dias de hoje. Stark começou a enfrentar um verdadeiro demônio: sua sede insaciável por álcool, lidando com as consequências do alcoolismo.









Claro, as consequências não vieram de forma tão pesada quanto na vida real (só quem tem alguém na família com esse problema é que sabe o sofrimento que é para o viciado e todos ao redor), afinal estamos falando de uma história em quadrinhos, mas mesmo depois de tantos anos, esta história ainda é incrível.
O que realmente impressiona aqui são os ótimos cliff-hangers que a história contém. Quando você lê o encadernado, fica fácil esquecer o impacto disso, mas se você pensar que o pessoal teve que esperar um mês para saber o que iria acontecer. E digo mais: no final da daquela que era a edição 124, quando o Homem de Ferro erra com consequências fatais, vemos o quão brilhante é esta história. Mas vou evitar spoilers.
Algumas partes da história e da forma como Tony Stark é retratado como um playboy milionário pode parecer um pouco banal quando comparamos ao que já vimos recentemente nos filmes e histórias com o personagem, mas deve ser levado em consideração que este material é um momento importante na história do personagem. De uma forma bem mais leve, vimos o impacto disso sendo retratado em Homem de Ferro 2.
Este encadernado prova que as melhores histórias são aquelas em que os heróis tornam-se simples mortais e precisam lidar com os mesmos problemas que enfrentamos todos os dias. Um verdadeiro herói não precisa vestir um traje cheio de alta tecnologia, apenas ter a coragem de enfrentar seus próprios demônios.
 

domingo, 21 de setembro de 2014

Silent Hill


Welcome to Silent Hill





A origem de Silent Hill data do século XVII. Antes da chegada dos colonizadores ingleses, a área era um lugar sagrado, onde os nativos indígenas americanos conduziam rituais religiosos e referenciavam o lugar como "O local dos espíritos silenciados". Por volta de 1600, começa a colonização dos EUA, mas, só em meados de 1607 os colonos ocupam o território de Silent Hill. No começo do século XVIII acontece uma terrível epidemia na cidade e os habitantes a abandonam. Nesse século, os EUA declaram independência e George Washington é eleito o primeiro presidente.
Quando estoura a Guerra de 1812, a cidade é repovoada como uma colônia de prisão; então a Prisão Silent Hill (um dos locais do segundo jogo) é construída e só então a cidade recebe o nome de Silent Hill. Muitas pessoas morreram nessa terra e por causa dos pensamentos e sentimentos dos prisioneiros, a energia original da cidade foi gradualmente aumentada e distorcida.
Uma nova epidemia ocorre e o Hospital Brookhaven é construído para contê-la. Em 1830, começa a remoção forçada dos índios nativos. Por volta de 1840, a Prisão Silent Hill é fechada e, sobre esse terreno, é construída a Sociedade Histórica de Silent Hill, que reúne documentos e obras de artes da origem da cidade. Em torno de 1850, é descoberto uma mina de carvão, posteriormente chamada de Wiltse, revitalizando a cidade.
Em 1861 começa a Guerra Civil Americana (Guerra de Secessão) e Patrick Chester (que é homenageado com uma estátua no Lago) participa na guerra junto com seu filho. Em 1862 o campo de prisão Toluca foi construído para prisioneiros de guerra. Entre 1865 e 1866 é o ponto máximo da Guerra Civil e o Campo de prisão é transformado na Prisão Toluca. Em torno de 1890 a resistência dos nativos americanos termina e, em Silent Hill, pessoas começam a desaparecer. No começo do Século XX a Prisão Toluca é fechada e a mina de carvão Wiltse pega fogo. Com isso, Silent Hill se torna uma cidade turística, em decadência.
Em Novembro de 1918, num dia nublado, um barco chamado Pequena Baronesa desaparece no lago e, desde então, nunca mais se teve pistas nem da embarcação, nem dos catorze tripulantes e turistas. A partir de 1939, estranhos incidentes ocorreram no Lago Toluca e algumas pessoas diziam ver mãos esqueléticas saindo da água para tentar agarrar os barcos que passavam e depois voltando para o fundo do lago. Durante uma data desconhecida, o prefeito de Silent Hill morre de repente e os integrantes da equipe de desenvolvimento turístico da cidade morrem um a um de acidente.








Fonte Wikipédia

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Sandman





Olá Galera que gosta de boas historias das HQ’s, esse Post é para falar um pouco sobre Neil Gaiman. E sobre o Sandman.


Nascido na Inglaterra, Neil Gaiman é internacionalmente conhecido como roteirista por seu trabalho na série "Sandman", que catapultou a criação do selo Vertigo. Devido ao sucesso do título, obras mais experimentais do autor, como Violent Cases, Mr. Punch e Signal to Noise (todas produzidas ao lado do parceiro Dave McKean) chamaram a atenção dos fãs e da crítica. Ao mesmo tempo, vários outros personagens também mereceram ter suas aventuras contadas pelo argumentista.




Hoje eu estou aqui com uma disponibilidade dessa obra tão magnífica que é Sandman.
Sandman foi lançado em meados dos anos 80, por um cara desconhecido do meio até então, chamado Neil Gaiman, que tinha como proposta, criar um personagem para a recém criada VERTIGO. E como nosso amigo estava cansado da galera do colã colorido, e das capas esvoaçantes, Gaiman resolveu pegar o Deus do Sonhos, Morpheus, e criar um universo onde até mesmo um ser onipotente e onisciente poderia ter conflitos com o mundo (ou os mundos) ao seu redor, e com seus outros irmãos.

Realmente, é uma história bastante longa, mas que vale cada minuto sentado, lendo-a. Então, como alguns dos curtidores da page tinham vontade de conferir, eu resolvi disponibilizar em um arquivo “.rar”, os 75 volumes de Sandman em PDF (pois é bastante comum você encontrá-los em um formato chamado “.cbr”, no qual é necessário um programa específico para a leitura).



 Faça o download! – O arquivo possui cerca de 417.5MB, portanto, dependendo da sua velocidade de conexão, pode demorar.

 Download








segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Top 10 melhores espadas dos video games

        Top 10 melhores espadas dos video games

Por que as espadas são tão populares? Pode ser que elas são funcionais, ou personalizáveis, ou que basta olhar para elas para causar o pânico.

Para ajudar a responder a essa pergunta eterna nós examinamos o que de melhor os video game têm para oferecer em termos de armamento, especialmente no que toca às espadas.

Dessa aprofundada investigação surgiu uma lista com aquelas que, para mim, parecem ser as melhores espadas que já vimos nos video games.

O único critério da lista é o armamento ter que ser espadas, independentemente do tamanho, formato, ou uso. Assim, veja as 10 melhores espadas dos video games. [12 armas mais populares nos video games do que na vida real]

10. The Atma/Ultima (Final Fantasy)

Enquanto a maioria dos armamentos se contentam em permanecer estático, a Atma cresce (e diminui) em força, dependendo da potência do seu utilizador. 







9. Crissaegrim (Castlevania: Symphony of the Night)

Esta espada permite a Alucard atacar como o The Flash, ou seja, de forma tão rápida que você até arrisca a ruptura do continuum espaço-tempo.


8. Akujiki (Shinobi - Playstation 2) 

A Akujiki de Hotsuma é uma espada que rouba corações, drenando a vida dos seus inimigos e também do seu portador.



7. Ragnarok (Final Fantasy)

Há muitas backstories diferentes atrás da espada amaldiçoada Ragnarok; muitas delas envolvem ser oriunda do fim do mundo. Que mundo? Só Ragnarok sabe, e ela não diz nada a ninguém.


6. Soul Calibur (Soul Calibur)

Um conto de almas e espadas eternamente recontadas não iria nunca ser contada sem esta espada de cristal com uma propensão para mudar de forma segundo a necessidade do seu portador.

5. Soul Edge (Soul Calibur)

Como Batman e Coringa, ou fogo e gelo, ou manteiga de amendoim e geléia, Soul Calibur e Soul Edge são rivais eternos destinados a entrar em conflito para sempre no campo de batalha.



4. Rebellion (Devil May Cry)

Tal como o seu proprietário Dante, Rebellion é uma espada brincalhona, adepta de exibicionismo e altamente assassina.


 

3. Frostmourne (Warcraft III / World of Warcraft)

Ok, com certeza, Frostmourne é insanamente poderosa. Ela também vai custar-lhe a sua alma e inúmeras horas de combates.








2. Buster Sword (Final Fantasy VII)

A espada de Cloud Strife pode ser incrivelmente grande, mas parece tão icónico e incrivelmente legal que é improvável que você não a ache surpreendente. 






1. The Master Sword (The Legend of Zelda)

 

De tempos em tempos, vemos Link a partir em demanda para encontra esta espada, e isso é porque ela pode vencer o mal, desviar magia negra, e fazer desmaiar todas as meninas de Hylian.


Essa na minha opinião é a melhor de todas...

É isso ai Galera, se vocês acham que deixei alguma de fora, só deixar o comentario.


A história no universo dos games


A história no universo dos games: Quatro sagas incríveis para aprender sobre;

 





Hoje venho lhes trazer meu “top 4″ das melhores sagas de games com temática histórica. Meu objetivo neste post é mostrar que cada um deles possui uma riquíssima abordagem histórica e, como historiador, vejo que o universo gamer é um campo muito amplo para se disseminar conhecimento e cultura. Lá vai!



1° Civilization

 

Esta incrível saga possui diversos títulos, sendo que começou como jogo de tabuleiro na década de 80. Em Civilization, você é o líder de uma civilização e tem como objetivo sobreviver ao longo das eras e criar um império melhor do que os outros. O game possui uma riqueza incrível em história, política, geografia e cultura, e ensina ao jogador noções de diplomacia, geopolítica e estratégias politico-administrativas. As construções, personagens, narrativas e unidades no jogo são bem fiéis a história, e em cada título isto tudo foi aperfeiçoada. Nos últimos títulos, você pode vencer o game pelos seguintes caminhos: vitória diplomática, vitória por expansão territorial, vitória científica, vitória por tempo de partida (até um determinado ano), vitória cultural e vitória turística (Civilization V).

2° Age of Empires

 



Em algumas coisas, esta renomada saga pode lembrar Civilization, porém, Age of Empires possui estilo próprio. Lançado pela primeira vez em 1997, AoE traz ao longo de seus títulos temas que se passam em diversas épocas; passando da antiguidade através da era medieval e indo até as grandes navegações europeias no continente americano. Com foco em administração interna, militar. social e urbana, AoE é um daqueles títulos que levam o jogador a ter uma compreensão maior de como administrar algo vasto como um império (assim como em Civilization). Sua acuracidade histórica ao longo dos títulos também é fantástica, tanto nos cenários como até mesmo na trilha sonora, causando aquela sensação de “volta no passado”.

3° Assassin’s Creed

 



No Brasil, a saga Assassin’s Creed se tornou uma verdadeira febre para muitos gamers, mas acredito que ainda é pouco explorado em sua totalidade. AC é mais do que um mero game de “mata mata”. Por se tratar de uma saga com forte abordagem histórica, cada título foi cuidadosamente trabalhado para representar a época em que se passa com a maior fidelidade possível. A saga passou pelas Cruzadas, pela Renascença, por Istambul (cerca de 60 anos após o fim do império bizantino), pela Guerra Civil Americana, no século XVIII, e ,em breve, durante a Revolução Francesa (Assassin’s Creed: Unity). Também traz personagens históricos, como Leonardo da Vinci, a família De Medici, o rei Ricardo Coração de Leão, o papa Alexandre VI (Rodrigo Borgia) e George Washington. Deixando todos os outros atributos de lado, Assassin’s Creed traz ao mundo dos games um rico material histórico.

4° Saga ‘Total War’

 



Com enfoque em grandes campos de batalha, Total War aborda tempos históricos importantes da história humana, tais como: as guerras civis no Japão do século XV (período “Sengoku”), as expansões do império romano, as guerras medievais, os conflitos no período colonial da América do Norte e do sul da Ásia, e as Guerras Napoleônicas. Além de ser demasiadamente fiel a história, também traz uma fidelidade muito grande quanto a questão de unidades militares e táticas, o que mostra que a equipe desenvolvedora trabalhou muito para tal fidelidade histórica, e trabalhou muito bem.

Bem, é isso ai. Espero que tenham gostado e refletido em como a indústria dos jogos pode trazer vasta gama de conhecimento a sociedade, se houver interesse por parte dos desenvolvedores e boa vontade. Os estúdios desenvolvedores dos games acima mostraram este legado.

 


 





terça-feira, 3 de junho de 2014

MELHORES GAMES DE ESTRATÉGIA

MELHORES GAMES DE ESTRATÉGIA DE SEMPRE


O que é que nos separa de um animal comum? É a nossa capacidade de comunicar? A nossa tendência a frequentar grandes grupos sociais?

É a nossa atração à violência e derramamento de sangue, ou até mesmo a nossa capacidade de amar? Claro que não - o que coloca o homem acima do resto no reino animal é a sua mente.

É esse centro intelectual do pensamento avançado, que possibilita a previsão e a astúcia. E, como é óbvio, nada melhor que um bom game de estratégia para testar essa capacidade intelectual.

Não há nada como enfrentar uma tela de vitória com o conhecimento que você foi mais esperto que o seu adversário, e ainda mais se o adversário for um dos seus melhores amigos.

Em honra ao superior intelecto da humanidade decidimos compilar uma lista com os melhores games de sempre inseridos no género de estratégia. [Top 10 jogos de estratégia para 2014]

Qual para si é o melhor game de estratégia? Qual o que lhe deu maior prazer jogar? Lembra-se de outros que podiam fazer parte da lista? Conte-nos tudo nos comentários abaixo.

 WARHAMMER 40,000: DAWN OF WAR 

Novos jogos baseados na licença Warhammer 40K vão e vêm, mas nenhum parece ter o poder de permanência de Dawn of War. O RTS abdica muito da construção de base e gestão de recursos que é comum dentro do género, enfatizando o combate e a agressão.


Como a vitória depende de tomar e segurar vários pontos estratégicos espalhados por todo o mapa, um comandante de sucesso é aquele cuja mente está sempre um passo à frente. Mesmo uma década depois, o jogo permanece tão jogável como sempre foi.

Batalhas de grande escala funcionam sem problemas e com rapidez, enquanto as animações dos vários tipos de unidades dificilmente mostram a sua idade. A recriação fiel do universo Warhammer: 40k é também bastante atraente.

 SINS OF A SOLAR EMPIRE

A escala pode ser uma espécie de faca de dois gumes quando se trata de jogos de estratégia. Enquanto comandar legião após legião de seguidores é inegavelmente incrível, torna-se fácil ficar preso na microgestão que vem com isso, especialmente quando recursos, árvores de tecnologia e viagens intergalácticas fazem parte da equação.


Isso pode não soar como algo único no mundo dos jogos RTS macro-intensivos, mas Supreme Commander fá-lo de uma forma que realmente lhe permite apreciar a diferença entre 50 unidades e 500 unidades.

Além do mais, a gestão de base em grande parte automática limita a quantidade de tempo gasto em reparações de unidades e de defesa, além da produção em massa, deixando mais tempo para se concentrar na doce dominação mundial.

 COMPANY OF HEROES

Jogos de estratégia passados na Segunda Guerra Mundial podem ser às dúzias, mas nenhum chegou perto do que Company of Heroes consegue tão facilmente. Ao optar por se concentrar em combate baseado em esquadrão, ao contrário de grandes exércitos, as táticas e colocação da unidade tornam-se as verdadeiras estrelas do show.

Enquanto isso, os objetivos e recursos com base em pontos de comando colocam uma maior ênfase no combate, enquanto desencorajam outras estratégias detestáveis para qualquer comandante com um senso de honra.

Os campos de batalha são dinâmicos e os soldados reagem a eles. Muitos dos edifícios e paredes são completamente destrutíveis, forçando-o a improvisar ao longo do caminho. O mesmo é verdade para as suas tropas. Soldados com cérebros? Incrível.

 COMMAND AND CONQUER: RED ALERT 2

Há algo a ser dito acerca da simplicidade. Red Alert 2 é um grande exemplo de um jogo que executa cada uma das convenções do género, mas de uma forma genial. Gestão de recursos? Confere. Árvores tecnológica? Confere.

Videntes, teletransportes, trovoadas ofensivas, e manipulação do tempo? Por que não? Confere. História alternativa da Red Alert 2 desencadeia uma onda de armamento avançado e táticas, os quais ainda são balanceadas com qualidade suficiente para deixar qualquer um preso ao game.

 AGE OF EMPIRES 2: THE AGE OF KINGS

Um dos melhores jogos de estratégia de todos os tempos também funciona como uma das melhores aulas de história no formato de jogo. O RTS medieval abrange a construção de base, gestão de recursos e combate de unidade no formato pedra-papel-tesoura com mais competência do que muitos dos seus concorrentes.

Igualmente digno de nota é que Age of Empires 2 embrulha tudo isso num pacote que é tão historicamente exato e ao mesmo tempo diversificado. A escaramuça com os francos, uma campanha com Saladinos, e a conquista definitiva dos hunos fornecem uma ampla gama de perspectivas, assim como unidades e habilidades, para envolver as nossas mentes.


 STARCRAFT 2

As suas facções únicas, a seleção de unidade diversificada, a jogabilidade em ritmo acelerado e a riqueza de opções táticas são muitas vezes os valores de referência pelos quais outros jogos RTS se esforçam.

O apoio da Blizzard da comunidade competitiva do jogo através de unidades, expansões de conteúdo e ferramentas de reprodução também é uma benção, levando a ligas cheias de adversários competitivos sempre procurando melhorar os seus rankings.

Para os menos competitivos entre nós, Starcraft 2 ainda tem muito para oferecer. Tanto o jogo de base como a sua expansão apresentam campanhas robustas ostentando muitos dos cenários mais exclusivos do género.

 ROME: TOTAL WAR



Um dos aspectos mais impressionantes em Rome: Total War é o essencial de dois jogos completamente distintos reunidos numa única experiência. Como chefe do império em expansão, muito tempo será gasto a deslocar batalhões, a melhorar a infra-estrutura e a negociar tratados de paz com os seus vizinhos.

Como comandante, no entanto, o seu lugar é com os seus homens no campo de batalha. Neste modo é ação em si, uma soberba recriação de combate tático comum na época. Com milhares de soldados a colidir em cada lado, o posicionamento, o terreno, os tipos de unidades, a experiência e a moral são considerações que um general de sucesso deve ter em conta para conseguir a vitória.


CIVILIZATION V

Civilization V é o epítome da estratégia abrangente, promovendo experiências únicas e viciantes. 

Amparado por algumas expansões para mudar o jogo, a riqueza de conteúdo e variedade de estratégias potenciais são o suficiente para justificar as inúmeras horas, dias e meses passados ​​a construir impérios.